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sábado, 30 de abril de 2011

Sexto capítulo do livro: Pensamento e Vida



          Para encontrar o bem e assimilar-lhe a luz, não basta adimitír-lhe a existência. É indispensável  buscá-lo com perseverança e fervor.
          Ninguém pode duvidar da eletricidade, mas para que a lâmpada nos ilumine o apo­sento recorremos a fios Condutores que lhe transportem a força, desde a aparelhagem da usina distante até o recesso de nossa casa.
        A fotografia é hoje fenômeno corriquei­ro; contudo, para que a imagem se fixe, na execução do retrato, é preciso que a emulsão gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.
A voz humana, através da radiofonia, é transmitida de um continente a outro, com absoluta fidelidade; todavia, não prescinde do remoinho eletrônico que, devidamente disci­plinado, lhe transporta as ondulações.
Não podemos, desse modo, plasmar rea­lização alguma sem atitude positiva de con­fiança.
Entretanto, como exprimir a fé? — in­daga-se muitas vezes.
A fé não encontra definição no vocabu­lário vulgar.
É força que nasce com a própria alma, certeza instintiva na Sabedoria de Deus que é a sabedoria da própria vida. Palpita em todos os seres, vibra em todas as coisas. Mostra-se no cristal fraturado que se recom­põe, humilde, e revela-se na árvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se às leis de renovação que abarcam a Na­tureza.
Todas as operações da existência se desenvolvem, de algum modo, sob a energia da fé.
Confia o campo no vigor da primavera e cobre-se de flores.
Fia-se o rio na realidade da fonte, e dela não prescinde para a sua caudal larga e profunda.
A simples refeição é, para o homem, es­pontâneo ato de fé. Alimentando-se, confia ele nas vísceras abdominais que não vê.
Todo o êxito da experiência social re­sulta da fé que a comunidade empenhe no respeito às determinações de ordem legal que lhe regem a vida.
Utilizando-nos conscientemente de seme­lhante energia, é-nos possível suprimir longas curvas em nosso caminho de evolução.
Para isso, seja qual for a nossa inter­pretação religiosa da idéia de Deus, é im­prescindível acentuar em nós a confiança no bem para refletir-lhe a grandeza.
Recordemos a lente e o Sol. O astro do dia distribui eqüitativamente os recursos de que dispõe. Convergindo-lhe porém, os raios com a lente comum, dele auferimos poder mais amplo.
O Bem Eterno é a mesma luz para todos, mas concentrando-lhe a força em nós, por intermédio de positiva segurança íntima, decerto com mais eficiência lhe retrataremos a glória.
Busquemo-lo, pois, infatigavelmente, sem nos determos no mal.
O tronco podado oferece frutos iguais àqueles que produzia antes do golpe que o mutilou.
A fonte alcança o rio, desfazendo no próprio seio a lama que lhe atiram.
Sustentemos o coração nas águas vivas do bem inexaurível.
Procuremos a boa parte das criaturas, das coisas e dos sucessos que nos cruzem a lide cotidiana. Teremos, assim, o espelho de nossa mente voltado para o bem, incorpo­rando-lhe os tesouros eternos, e a felicidade que nasce da fé, generosa e operante, liber­tar-nos-á dos grilhôes de todo o mal, de vez que o bem, constante e puro, terá encontrado em nós seguro refletor.
                                                                                                           Emmanuel



Eduardo Anthônio
Terepeuta Holístico
e-mail: reiki_edu@yahoo.com.br
Skype: eduardo.terapeuta
21- 7285-5411

Reiki, Deeksha, Massagem Ayuvedica,
Reflexologia Podal Tailandesa,
Cromoterapia, Radiestesia,
Acupuntura Auricular,
Florais de Bach,
EFT, TEP.

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