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sábado, 10 de dezembro de 2011

Massagem com Pedras Quentes


No Livro Amarelo escrito há mais de três mil anos por um imperador chinês, encontramos registro da utilização das pedras quentes, assim como no Egito e no Velho Testamento, para curar diversas enfermidades.  Também há cercade 2 anos era muito utilizada pelos monges tibetanos, principalmente no período de jejum (as pedras coladas no estômago e abdomên proporcionam uma sensação de saciedade, diminuindo a fome e energizando o organismo.   Há também registros encontrados nas culturas indígenas, que utilizavam as pedras quentes em suas curas.

Essa massagem promove os efeitos da termoterapia no maior órgão do corpo humano que é a pele, porém é importante lembrar que o tratamento eé de natureza profunda e penetrante.  Atua também sobre os m'susculos, tendões, ligamentos é órgãos internos de uma maneira  que causa um profundo relaxamento e bem estar.  Diminuindo as dores, aliviando as tensões do estresse do dia adia, diminuindo os efeitos da depressão e desânimo, reenergiza o organismo, melhora o sistema circulatório melhorando o retorno venoso, diminui os efeitos da TPM, elimina o excesso de toxinas do organismo, melhora a respiração, melhora o sono e o funcionamento do sistema intestinale outros enefícios.


Eduardo Antônio
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As Quatro Leis da Espiritualidade, na Índia

Eis o que elas nos ensina:



A primeira lei diz: A pessoa que chega é a pessoa certa.
Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para que possamos aprender e evoluir em cada situação.



A segunda lei diz: O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido.
Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente… Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.


A terceira lei diz: Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo.
Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!


A quarta e última lei diz: Quando algo termina, termina!
Simplesmente assim! Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto, é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!

Eduardo Antônio
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domingo, 27 de novembro de 2011

O Caminho do Coração...


A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz latina cor, que significa "coração". Portanto, ser corajoso significa viver com o coração. E os fracos, somente os fracos, vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica. Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas, eles se escondem.

O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos. A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.
- Osho -



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O RIO E O OCEANO



Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme
de medo.
Olha para trás, para toda a jornada,os cumes, as montanhas,
o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos
povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar
nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.Voltar é impossível na existência. Você
pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo
desaparece.
Porque apenas então o rio saberá que não se trata de
desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento e por outro lado é
renascimento.
Assim somos nós.
Só podemos ir em frente e arriscar.
Coragem !! Avance firme e torne-se Oceano!!!
Osho


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DOENÇA



Muitas doenças que as pessoas têm são poemas presos
abscessos tumores nódulos pedras são palavras
calcificadas
poemas sem vazão
mesmo cravos pretos espinhas cabelo encravado
prisão de ventre poderia um dia ter sido poema
pessoas às vezes adoecem de gostar de palavra presa
palavra boa é palavra líquida
escorrendo em estado de lágrima
lágrima é dor derretida
dor endurecida é tumor
lágrima é alegria derretida
alegria endurecida é tumor
lágrima é raiva derretida
raiva endurecida é tumor
lágrima é pessoa derretida
pessoa endurecida é tumor
tempo endurecido é tumor
tempo derretido é poema
palavra suor é melhor do que palavra cravo
que é melhor do que palavra catarro
que é melhor do que palavra bílis
que é melhor do que palavra ferida
que é melhor do que palavra nódulo
que nem chega perto da palavra tumores internos
palavra lágrima é melhor
palavra é melhor
é melhor poema
Texto de Viviane Mose


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RECEITA PARA LAVAR PALAVRA SUJA



Mergulhar a palavra suja em água sanitária.
depois de dois dias de molho, quarar ao sol do meio dia.
Algumas palavras quando alvejadas ao sol
adquirem consistência de certeza. Por exemplo a palavra vida.

Existem outras, e a palavra amor é uma delas,
que são muito encardidas pelo uso, o que recomenda esfregar e bater insistentemente na pedra, depois enxaguar em água corrente.

São poucas as que resistem a esses cuidados, mas existem aquelas.
Dizem que limão e sal tira sujeira difícil, mas nada.
Toda tentativa de lavar a piedade foi sempre em vão.

Agora nunca vi palavra tão suja como perda.
Perda e morte na medida em que são alvejadas
soltam um líquido corrosivo, que atende pelo nome de amargura,que é capaz de esvaziar o vigor da língua.

O aconselhado nesse caso é mantê-las sempre de molho
em um amaciante de boa qualidade. Agora, se o que você quer é somente aliviar as palavras do uso diário, pode usar simplesmente sabão em pó e máquina de lavar.

O perigo neste caso é misturar palavras que mancham
no contato umas com as outras.
Culpa, por exemplo, a culpa mancha tudo que encontra e deve ser sempre alvejada sozinha.

Outra mistura pouco aconselhada é amizade e desejo, já que desejo, sendo uma palavra intensa, quase agressiva, pode, o que não é inevitável, esgarçar a força delicada da palavra amizade.

Já a palavra força cai bem em qualquer mistura.
Outro cuidado importante é não lavar demais as palavras
sob o risco de perderem o sentido.

A sujeirinha cotidiana, quando não é excessiva,
produz uma oleosidade que dá vigor aos sons.

Muito importante na arte de lavar palavras
é saber reconhecer uma palavra limpa.

Conviva com a palavra durante alguns dias.
Deixe que se misture em seus gestos, que passeie
pela expressão dos seus sentidos. À noite, permita que se deite, não a seu lado mas sobre seu corpo.

Enquanto você dorme, a palavra, plantada em sua carne,
prolifera em toda sua possibilidade.

Se puder suportar essa convivência até não mais
perceber a presença dela, então você tem uma palavra limpa.

Uma palavra LIMPA é uma palavra possível.
Texto de Viviane Mose





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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Os Sete Sapatos Sujos








Mia Couto, escritor moçambicano, que foi orador na aula inaugural da   universidade de seu país - ISCTEM.  Ele, de alguma maneira, tentou despertar o povo para que iniciasse uma verdaeira mudança interior par que todo o país de Moçambique pudesse mudar o destino de suas vidas.  A começar em não culpar ninguém pelos seus fracassos e que todos deviam lutar pela própria felicidade.

  Os sete sapatos a que se refere são:

1-      a ideia que os culpados são sempre os outros e nós somos sempre vítimas
2-      a ideia de que o sucesso não nasce do trabalho
3-      o preconceito de quem critica é um inimigo
4-      a ideia que mudar as palavras muda a realidade
5-      a vergonha de ser pobre e o culto das aparências
6-      a passividade perante a injustiça
7-      a ideia de que para sermos modernos temos que imitar os outros


Mia Couto termina seu texto com os seguintes dizeres:

Temos que gostar de nós mesmos, temos que acreditar nas nossas capacidades. Mas esse apelo ao amor-próprio não pode ser fundado numa vaidade vazia, numa espécie de narcisismo fútil e sem fundamento. Alguns acreditam que vamos resgatar esse orgulho na visitação do passado. É verdade que é preciso sentir que temos raízes e que essas raízes nos honram. Mas a auto-estima não pode ser construída apenas de materiais do passado.


Na realidade, só existe um modo de nos valorizar: é pelo trabalho, pela obra que formos capazes de fazer. É preciso que saibamos aceitar esta condição sem complexos e sem vergonha: somos pobres. Ou melhor, fomos empobrecidos pela História. Mas nós fizemos parte dessa História, fomos também empobrecidos por nós próprios. A razão dos nossos actuais e futuros fracassos mora também dentro de nós.


Mas a força de superarmos a nossa condição histórica também reside dentro de nós. Saberemos como já soubemos antes conquistar certezas que somos produtores do nosso destino. Teremos mais e mais orgulho em sermos quem somos: moçambicanos construtores de um tempo e de um lugar onde nascemos todos os dias. É por isso que vale a pena aceitarmos descalçar não só os setes mas todos os sapatos que atrasam a nossa marcha colectiva. Porque a verdade é uma: antes vale andar descalço do que tropeçar com os sapatos dos outros.“


Leia o texto na íntegra: http://www.buala.org/pt/mukanda/os-sete-sapatos-sujos
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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aprendiz da Vida




  1. APRENDIZ DA VIDA! 
  2. Um dia desses, na sala de espera de um consultório médico, percebi, solta entre as revistas, uma folha de papel. A curiosidade fez com que a tomasse para ler o conteúdo. Era uma bela mensagem que alguém havia escrito. O título, interessante e curioso: “Aprendi”... e dizia o seguinte:
  3. Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
  4. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos .
  5. Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.
  6. Aprendi que por mais que se corte um pão, cada fatia continua tendo duas faces... e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
  7. Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser... e devo ter paciência.
  8. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu própria coloquei.
  9. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.
  10. Aprendi... Que os heróis são pessoas que fazem o que devem fazer “naquele” momento, independentemente do medo que sentem.
  11. Aprendi... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
  12. Aprendi que posso ficar furioso. Tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
  13. Aprendi e repasso ao mundo, que jamais posso dizer a uma criança que seus SONHOS SÃO IMPOSSÍVEIS, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
  14. Aprendi que não é o bastante ser perdoado pelos outros... eu preciso me perdoar primeiro.
  15. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
  16. Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
  17. Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver.
  18. Aprendi que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem, não significa que elas se amem.
  19. Aprendi que, por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
  20. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
  21. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
  22. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
  23. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
  24. Com essa folha de papel eu aprendi que ainda tenho muito que aprender em minha vida.   
  25. Com todo meu carinho, para vocês que continuam me ensinando como viver. A Vida é uma obra de arte!
  26. TENHA UM DIA ABENÇOADO! 



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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O seu barco está à deriva ou girando em círculos? Então...





Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.

Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.


O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.

Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.

Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.

O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.


O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava.

Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.

Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.

Então, o barqueiro disse ao viajante:

Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.

Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar.

Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.

Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.

* * *

Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do jugo inglês. Tinha também uma estratégia: a não-violência.

Sua autoconfiança foi tanta que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas também agiu com segurança.

Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou e agiu, superando a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.

Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África francesa para atender aos nativos, no mais completo anonimato.

Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.

* * *

E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?

Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade.

Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.

* * *

Caso você ainda não tenha uma meta traçada ou deseje refazer a sua, considere alguns pontos:

verifique se os caminhos que irá percorrer não estarão invadindo a propriedade de terceiros;

se as águas que deseja navegar estão protegidas dos calhaus da inveja, do orgulho, do ódio;

e, antes de movimentar o barco, verifique se os remos não estão corroídos pelo ácido do egoísmo.

Depois de tomar todas estas precauções, siga em frente e boa viagem.

(Redação do Momento Espírita, com base em texto veiculado pela Internet, atribuído a Aurélio Nicoladeli)

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Cultivando Boas Amizades

Cultivando Boas Amizades
(Publicado por vidapura2 em Março 26, 2009)


Com toda a certeza, é a amizade o sentimento que devemos cultivar com mais cuidado e dedicação em nossa vida, já que conseguimos descobrir  nossa verdadeira alma pelas amizades que conseguimos conquistar, e, mais importante ainda, que conseguimos manter ao longo de nossa vida.
"Tirar a amizade da vida é como se tirassem o Sol do Universo..."




Assim, se somos capazes de fazer e manter boas amizades, podemos dizer que temos algo de bom em nossa alma, eis que amizades são conquistadas com atitudes positivas, e com palavras de apoio e carinho quando necessário for. E principalmente com muita sinceridade, já que com amigos, devemos usar e abusar da sinceridade, sempre sendo coerentes em nossas ações, nunca esquecendo de que, caso caiba  uma reprimenda, devemos ter presente que nossa obrigação de amigos,  será apontar as falhas de conduta de nossas amizades. A amizade não se demonstra apenas na hora da festa, mas também quando cabe um castigo.

Recebi um pensamento que mostra bem a sabedoria oriental, de autoria de Confúcio:

Se você quiser um ano de prosperidade, cultive grãos.
Se você quiser dez anos de prosperidade, cultive árvores.
Se você quiser cem anos de prosperidade, cultive pessoas.


Sem dúvida alguma, nosso filósofo está coberto de razão.  Conseguindo cultivar pessoas teremos sempre muita prosperidade.  Se não for financeira, será espiritual.  Sempre fará bem para nosso espírito saber que temos capacidade para conquistar e desenvolver amizades.
Contudo, sempre existe a possibilidade de deixarmos escapar algumas boas amizades, por razões alheias à nossa vontade.

Por exemplo, quantas vezes amigos se afastam por questões mal explicadas.  Alguma atitude inconveniente, talvez.  Ou algum  mal entendido.  Sabe-se lá porque.  Claro que o sentimento de amizade nesse caso, não estava bem sedimentado.  Não era, digamos, uma real amizade, mas algo ditado por alguma conveniência de uma das partes, ou de ambas.


São as chamadas  amizades de ocasião, amizades formadas apenas por algum interesse eventual.  Uma real amizade cria raízes, e na verdade, independe do tempo ou mesmo da convivência, sendo ditada pelas afinidades existentes entre os parceiros, e que surgem por vezes inexplicavelmente, e são simplesmente descobertas, provocando o crescimento do sentimento, unindo pessoas que nem sempre se conhecem fisicamente, e tais amizades vão se fortalecendo, muitas vezes justamente por não haver esse contato mais estreito.  São mantidas no terreno de amizade, que é um sentimento puro.  De repente ficamos amigos. Por que? Ora, porque…Não se define. Sente-se apenas.

Alguma vezes pode ser confundido com amor, o que por vezes atrapalha o relacionamento.

Amizade não requer exclusividade, enquanto o amor é bem mais exclusivista.  Podemos dividir nossas amizades com outras pessoas, enquanto que nosso amor queremos apenas para nós mesmos. Amizades podemos e devemos ter muitas, enquanto que o amor exige exclusividade.

Devemos apenas ser seletivos.  Aliás, como a amizade é ditada pelas afinidades entre as pessoas, já é naturalmente seletiva.

Claro que sempre é necessário algum contato, mesmo que extemporâneo para sua manutenção, para que não acabe caindo no esquecimento.

E com essa finalidade, para sempre procurar manter as amizades conquistadas. 

Eduardo Anthônio
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

REIKI - Fonte de Crescimento


O REIKI é uma milenar arte oriental de Cura - Seu processo promove o encontro da Energia Cósmica com nossa porção física, energizando-nos a nível celular e restaurando a saúde desde a primeira aplicação. Constitui-se numa energização poderosíssima que integra e potencializa os sistemas de cura do corpo, podendo ser auto-aplicado ou em outras pessoas, animais e plantas.

Hoje, é um método consagrado, sendo reconhecido como Terapia pela Organização Mundial de Saúde. Nos Estados Unidos é aplicado em muitas instituições de saúde, como o The Medical Center of Central Massachusetts e o New London Hospital. Suas vantagens e benefícios são inumeráveis, mas podemos destacar:


O REIKI se encontra ao alcance de todos, independentemente de idade ou estado de saúde; possibilita o auto-tratamento, promovendo relaxamento, liberações das tensões, desbloqueio das emoções, fortalecimento do sistema imunológico, entre vários outros efeitos diretos como o alívio da insônia e de dores físicas, trabalha de forma holística atuando nos corpos físico, emocional-mental e espiritual, permitindo o retorno ao estado de felicidade e harmonia. Sua aplicação é segura, sem efeitos colaterais ou contra-indicações, sendo compatível com qualquer outra terapia. Sua técnica não fica obsoleta, sendo a mesma há milhares de anos. Permite a reprogramação de eventos passados e a programação de eventos futuros.

É fundamental, pois possibilita a recomposição rápida das energias despendidas no dia-a-dia. Promove rejuvenescimento através da mudança celular que possibilita as novas células nascerem energizadas e potencializadas com a ENERGIA REIKI. É um excelente meio para o equilíbrio dos sete principais Chacras. Permite a limpeza e a energização de ambientes, pedras, medicamentos naturais e químicos, bem como de qualquer espaço ou objeto. É uma Terapia sem restrições religiosas ou filosóficas, não necessitando de Talismãs, Preces, Visualizações, Mentalizações, fé ou qualquer objeto para sua aplicação prática; Seu treinamento é rápido, podendo cada nível ser administrado em seminários de 1 dia.

Possui três níveis de aprendizado independentes, sendo que, já no Nível 1, pode o REIKIANO aplicá-lo imediatamente e pelo resto de sua vida. Esses Níveis são administrados em regime de seminário, em que o aluno passa por iniciações individuais que possibilitam, nível-a-nível, uma crescente manipulação de energia. No Nível 1, o REIKIANO é sintonizado na energia REIKI, recebendo o conhecimento necessário a Auto-Aplicação, em terceiros, em plantas e animais.

No Nível 2, o REIKIANO passa a trabalhar com os símbolos sagrados do REIKI. Pela grande quantidade de energia manipulada, seu enfoque recai na Cura a distância.

No Nível 3-A, o aluno passa a trabalhar com mais um símbolo, possibilitando um aumento substancial na quantidade de energia manipulada. Nesse nível, é tão grande a quantidade e tão alta a qualidade da energia captada que o REIKIANO passa a energizar à distância grupos de pessoas simultaneamente. Esse é o nível de Mestre Interno e a partir daí o Reikiano não tem mais limites para realizar. No Nível 3B-Mestre, o iniciado está preparado para iniciar novos REIKIANOS.



Eduardo Anthônio
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A Sabedoria do Samurai



Perto de Tóquio vivia um grande Samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen-budismo aos jovens. Apesar da idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

   Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante.
   O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do velho Samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio.
   Foram todos para a praça da cidade e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
   Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato de que o mestre aceitara tantos insultos e provocações, sem reagir, os alunos perguntaram:


   - Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós? Ao que o velho mestre respondeu :


   - Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? perguntou o Samurai.


   - A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.


   - O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.


Quantas vezes na vida agimos como o Samurai? 




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"Ao invés de apontarmos nossos dedos aos outros, tentemos olhar para nossas próprias fraquezas."

Amma